15.10.07

La Chine investira 80 milliards de yuans dans le développement de hautes technologies

BEIJING, 13 octobre (XINHUA)---- La banque de développement de la  Chine (BDC) consacrera 80 milliards de yuans (10,7 milliards de  dollars) au développement et à l'innovation des entreprises de  hautes technologies au cours des cinq prochaines années.  

     Selon un mémorandum d'entente récemment signé par la  Commission nationale pour le développement et la réforme (CNDR) et la BDC, le fonds servira aux projets d'innovation en haute  technologie, au développement d'entreprises high-tech de petite et moyenne taille, etc.  

     Outre les politiques de soutien gouvernemental, l'industrie  requiert d'autres méthodes de financement comme l'investissement  en capital risque et les prêts bancaires. 

     La CNDR travaillera avec la BDC et la Bourse de Shenzhen pour  encourager la coopération entre entreprises de hautes technologies et le marché du capital pour résoudre les difficultés financières  de ces entreprises.

source: www.french.xinhuanet.com

6.10.07

L'innovation, futur chantier de Paris et de sa région

Pour sa troisième édition consécutive, le 'Paris Innovation tours' vise à mettre en exergue le fort potentiel innovant dont dispose la région

Paris capitale de l'innovation. Ces quelques mots résument à eux seuls l'objectif de la 3ème édition de 'Paris Innovation tours'. L'évènement initié en 2004 garde la même ambition : de faire de la capitale une véritable 'technopole'.

pour les différents participants, qu'il s'agisse des pôles de compétitivité (Cap Digital et System@tic) ou de la Chambre de commerce et d'industrie de Paris (CCIP), un certain nombre d'acteurs sont persuadés que Paris et sa région disposent de qualités incontestables. "Deux PME sur trois innovent. Paris-Ile-de-France compte 50.000 chercheurs, aussi bien du public que du privé. Des centres de R&D, l'Inserm, le CNRS ou encore le Collège de France sont tous présents sur le territoire", explique Elisabeth Hervier, élue à la CCIP.

Patrick Coquet, le délégué général de Cap Digital, abonde en ce sens. Selon lui, 130 millions d'euros ont été répartis sur plus de 100 projets, et l'État a investi 92 millions d'euros destinés à venir en aide aux entreprises.

Parallèlement à toute cette bonne volonté, des blocages persistent. Administratifs d'abord... Plus de 95% des jeunes entreprises du secteur ne connaissent pas les rouages administratifs. L'accompagnement des entreprises fait souvent défaut. La différence par rapport à d'autres endroits du monde reste criante. Quand aux États-Unis on compte 10.000 chercheurs pour 100 entreprises, on ne compte que 10 entreprises pour 16.000 chercheurs en France.

C'est tout l'objet de cette troisième édition. Mettre en évidence le potentiel disponible sur le territoire, soutenir et accompagner les entreprises innovantes, pour faire de Paris et sa région un espace ancré dans l'innovation et la technologie.

L'ensemble ces acteurs seront présents le 25 et 26 octobre au Paris Innovation tours, à la Cité des sciences et de l'industrie.

sources: http://www.silicon.fr/fr/silicon/news/2007/10/04/l-innovation-futur-chantier-de

5.10.07

Brasil entre os cinco países mais atrativos

Empresas globais buscam mercado em expansão

As maiores multinacionais destacam o Brasil como o quinto destino preferido de investimentos no mundo nos próximos três anos. Em um estudo com empresas de países ricos e emergentes, a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) aponta China, Índia, Estados Unidos e Rússia como os principais destinos de recursos. O Brasil é considerado mais atrativo do que Grã-Bretanha, México, Alemanha, Japão e França.

Das cerca de 200 multinacionais entrevistadas para o estudo, 22% indicam hoje o Brasil como um dos locais preferidos para investimentos. Para 13%, o país seria o principal destino até 2009.

- A busca por acesso ao mercado brasileiro e as possibilidade de crescimento no país são os principais motivos que estão atraindo essas empresas - afirmou Jean-François Outreville, economista da Unctad.

O argumento, contudo, foi o mesmo usado para explicar o interesse pela China e Índia. Hoje, 75% do PIB mundial está nos países ricos, mas a Unctad interpreta a preferência pelos emergentes como um sinal de que os executivos apostam nesse grupo de economias para o futuro.

A Unctad já vinha colocando o Brasil entre os 10 principais nos últimos anos. Mas os economistas alertam que rankings anteriores não devem ser comparados ao atual.

- A metodologia e a base de cálculo são totalmente diferentes - explicou Outreville.

A América Latina não aparece como um dos principais destinos de investimentos nos próximos três anos. Menos da metade dos executivos entrevistados afirmou que irá aumentar suas atividades na região. Apenas o Oriente Médio e a África tiveram desempenhos mais fracos.

EUA e Europa atraem setor de alta tecnologia

A mudança nos regimes de investimentos e protecionismo por parte de alguns governos na América Latina são apontados como fatores de preocupação para 80% dos entrevistados.

Entre os motivos para investimentos, um dos fatores que mais crescem na avaliação é a busca por recursos naturais, em especial diante da demanda chinesa. Nesse ponto, América Latina ganha papel relevante. Mas a razão citada por mais de 50% das empresas é mesmo a busca por mercado. Mão-de-obra qualificada e barata também são fatores que pesam na decisão de investir.

Ainda entre as regiões, a preferência dos executivos é cada vez maior pela Ásia. O continente foi considerado como o mais atrativo para 65% dos entrevistados. Praticamente todas as empresas questionadas sobre o destino de recursos nos próximos três anos destacam o mercado chinês como o local preferido. Estados Unidos e Europa seguem atraindo empresas, mas principalmente do setor de alta tecnologia, como farmacêuticos e software.

 
Genebra
À espera de empreendimentos
Principais destinos de investimentos estrangeiros diretos entre 2007 e 2009:
China - 52%
Índia - 41%
EUA - 35%
Rússia - 21%
Brasil - 13%
Vietnã - 12%
O que atrai no Brasil
24% dos entrevistados apontam que o principal motivo dos investimentos no Brasil é o tamanho do mercado de consumo
10% informam estar em busca de mão-de-obra qualificada
8% destacam que o motivo seria ter acesso aos mercados sul-americanos
7% alegam que os investimentos no Brasil ocorrem para que tenham acesso a recursos naturais do país
5% destacam que as razões são os incentivos concedidos pelo governo
3% dos entrevistados ainda apontam o ambiente político e econômico estável
65% ainda afirmam que pretendem entrar no Brasil com instalação de uma unidade e não apenas com a compra de companhias locais.
Sobre China e Índia: os pontos positivos para os empreendedores...
Amplo mercado consumidor
Baixo custo para operação
Tecnologia disponível
... e os negativos apontados pelas Nações Unidas:
Ambiente de investimentos pouco estável
Ineficiência do governo
Falta de acesso à capital
Inexistência de proteção à propriedade intelectual
Fonte: Unctad
 
fonte: zero hora

30.9.07

Innovation : Les brevets européens n'auront plus que trois langues

Les députés français ont adopté, le 26 septembre, le projet de loi autorisant la ratification du protocole de Londres qui prévoit de ne plus exiger la traduction intégrale des brevets européens dans les 23 langues des 32 pays membres de l'Organisation européenne des brevets (OEB).

À l'avenir, seule la première partie du brevet qui définit l'invention devra être traduite dans les trois langues officielles de l'OEB (l'anglais, le français et l'allemand), la seconde partie du brevet qui décrit l'invention sera, quant à elle, dispensée de traduction.

Cette mesure était réclamée depuis longtemps par les organisations patronales françaises afin de réduire les coûts de traduction notamment pour les PME-PMI. Elle a été par contre fortement critiquée par des députés "souverainistes" qui voient dans le protocole de Londres une grave menace pour l'usage du français.

Ce projet de loi devrait être débattu au Sénat courant octobre.

fonte: http://www.fenetreeurope.com/php/page.php?section=actu&id=9081

29.9.07

Carro com muita tecnologia e ecologicamente correto está à venda nos EUA

Aptera é o nome do carro revolucionário de 3 rodas que acaba de entrar no mercado americano.

Tem lugar para um motorista e mais 2 passageiros,  vem equipado com airbags nos 2 assentos frontais e um sistema avançado de computador de bordo, com: GPS, CD/MP3/DVD player, retrovisor com câmera e um sistema completo de diagnóstico do carro.

O veículo é elétrico e movido 100% à base de bateria, podendo atingir uma velocidade de até 96 km/h e percorrer 200 km com uma única carga, dependendo das condições da estrada.

Para recarregar a bateria, basta conectá-lo em uma fonte de energia 110 Volts e em algumas horas o carro estará apto para percorrer outros 200 km com este veículo.
O Aptera está disponível para pré- venda no site 
www.aptera.com por  US$ 26.900,00 (R$ 49.227,00).


fonte: podcast cvoit uol

14.9.07

17 ème Tableau de bord de l’innovation


Soitec : la Commission valide une aide d'Etat de 80 ME en faveur du programme NanoSmart


La Commission européenne a décidé de ne pas soulever d'objection envers les soutiens financiers en France que l'Agence de l'Innovation Industrielle va octroyer à deux programmes de recherche et développement : "NanoSmart" et "HOMES". La Commission a pris ces deux décisions à l'issue de l'examen approfondi prévu par le nouvel encadrement communautaire des aides à la recherche, au développement et à l'innovation.
Le programme NanoSmart, soutenu à hauteur de 80 Millions d'Euros, relève du domaine des nanotechnologies et permettra l'amélioration des performances de composants microélectroniques et optoélectroniques. NanoSmart est mené par l'entreprise Soitec en partenariat avec le centre de recherche CEA-LETI. Le programme HOMES, doté de 39 ME, vise des gains d'efficacité énergétique dans les bâtiments. Il associe Schneider Electric à 15 autres entreprises et centres de recherche.
 
 

Reprise des Mardis de l'innovation

Les Conférences des mardis de l'innovation, animées par Marc Giget, reprennent cette année à partir du 2 octobre 2007.
 
 « L'Innovation ou l'art de définir le futur »
le 2 octobre 2007

L'innovation se définit de façon générique comme l'intégration du meilleur
état des connaissances en produits et services créatifs allant plus loin dans
la satisfaction des individus.
Analyse des étapes du processus d'innovation : connaissances et culture, inspiration et imaginaire, conception, développement, réalisation...
Facettes multiples de l'innovation : sciences et connaissances, technologies, psychologie, sociologie, art et philosophie, investissement et entreprenariat. Dynamique du processus d'innovation et problèmes inhérents.
Enchaînement des phases de poussée technologique et de synthèse créative, gestion du processus d'innovation.

Intervenant : Marc Giget, professeur au CNAM
 
Nous vous invitons dès à présent à consulter le nouveau programme Automne-Hiver 2007-2008 sur le site
www.mardis-inno.com ou www.cnam.fr/mardis-innovation et à vous inscrire par mail à l'adresse
inscription@mardis-inno.com ou innov@cnam.fr.

Le CNAM nous accueille comme les années précédentes de 18H15 à 21H00, Amphi C, 292 rue Saint-Martin, Paris III.


 

10.9.07

Innovation C'est le mot à la mode.

L'innovation est aujourd'hui dans toutes les bouches, des responsables politiques aux chefs d'entreprises, petites et grandes, en passant bien sûr par les économistes qui nous expliquent doctement que la croissance d'aujourd'hui est fortement stimulée par l'innovation, mais que celle de demain le sera encore davantage.

Certes, dans un monde dominé par la communication, les images et l'information distribuées à l'échelle de toute la planète, la nouveauté devient en soi un produit commercial. Daniel Cohen, dans son récent livre sur la société postindustrielle, explique que, dans le prix d'un produit, l'innovation en constitue beaucoup plus de la moitié si l'on additionne la gratification de l'idée originale qui a présidé à l'invention du produit et l'idée qu'on a mise en oeuvre pour le vendre. Une grande firme de cosmétiques définit le cahier des charges qu'elle donne à son département recherche: inventer une nouvelle molécule " utile" chaque année.

Bien sûr, l'innovation n'est pas nouvelle, l'humanité n'a évolué qu'à coups d'innovations, technologiques, sociologiques ou politiques.

Ce qui est nouveau, c'est qu'avec la mondialisation tout s'accélère et tout devient beaucoup plus difficile.

Tout s'accélère parce que la durée d'une innovation tend à diminuer. Une invention technique est imitée en une ou deux années (avec achats de brevets ou non, ce qui provoque d'interminables procès sur la propriété industrielle).

Et même le scoop si cher aux journalistes a une durée de vie de quelques heures avant d'être banalisé sur toute la planète.

Sommes-nous préparés à tirer notre épingle du jeu dans cette compétition économique mondiale ayant au coeur l'innovation ?

Dans le processus d'innovation, il y a trois étapes: l'émergence, l'acceptation et l'exportation de la nouvelle idée.

Il n'y a pas de doute : les Français en général se sont révélés dans l'histoire des sciences ou des idées comme capables d'innover.

En revanche, il se sont révélés extrêmement inaptes à accepter l'innovation, qu'elle soit nationale ou extérieure, et pas très efficaces dans la vente de l'innovation. Je m'en tiendrai à l'innovation scientifique et technique, que je connais mieux et qui est essentielle pour soutenir la nouvelle croissance.

Souvenons-nous qu'au début du siècle nous avons été lents à accepter l'électricité. Certains prétendaient même que les becs de gaz éclairaient mieux les rues que les ampoules électriques !

Plus près de nous, ce sont les ingénieurs français qui ont inventé le Minitel, ce qui aurait dû logiquement nous conduire à Internet. France Télécom a préféré gagner de l'argent avec le Minitel que prendre le risque d'aller de l'avant. Ce sont les firmes japonaises qui ont exploité les recherches françaises sur les cristaux liquides. Notre avance au milieu des années 90 sur les plantes génétiquement modifiées a été réduite à néant par quelques vandales sous l'oeil passif des pouvoirs publics. Peugeot a développé, avant d'autres, des voitures électriques. L'Etat aurait pu encourager le constructeur en équipant ainsi ses services publics et les parcs de bus des villes. Notre pays a préféré laisser la voie libre aux marques japonaises.

On laisse aujourd'hui les découvertes françaises en matière d'imagerie médicale être exploitées par des sociétés américaines comme on a négligé Genset, splendide start-up de biotechnologie.

Voilà même qu'au moment où tout le monde a conscience qu'il faut développer les énergies non renouvelables des communes françaises interdisent les panneaux solaires sur les toits !

Le handicap de la France, c'est l'incapacité de nos élites à comprendre que les innovations les plus importantes sont les plus surprenantes, donc les moins classiques, donc les plus dérangeantes.

Si l'on veut que cela change, il faut introduire l'innovation à haute dose dans les cursus de formation de nos élites. Ils doivent apprendre que plus que toute autre chose l'innovation est un risque intellectuel.

Aujourd'hui, seuls les Etats-Unis dispensent cet enseignement dans leurs universités. C'est pourquoi ils dominent le monde de l'innovation et ont de bonnes chances de le dominer encore longtemps ! La seule menace véritable pour eux vient de la Russie et de l'Inde, deux pays où l'innovation fait partie de la culture.

La France, elle, est intellectuellement un pays d'héritiers bien élevés, et hélas pas un pays de pionniers.

Fonte: Claude Allègre, Le Point, em 18.Abr.2007

5.9.07

Biblioteca Virtual de Inovação Tecnológica


A Biblioteca Virtual de Inovação Tecnológica é resultado de uma ação conjunta envolvendo a FINEP e o Programa Prossiga/CNPq. Reúne de forma estruturada e seletiva, sites brasileiros e estrangeiros contendo informações relevantes sobre inovação tecnológica, em seus múltiplos aspectos.


http://www.prossiga.br/finep/